quinta-feira, 28 de julho de 2011

Criatividade & Inovação

Use a criatividade para desenvolver a inovação.



Por Samuel.

A maioria dos brasileiros possui a dificuldade de distinguir Inovação de Criatividade.
Inovar significa desenvolver uma criatividade com uma ação de forma útil. A inovação e a criatividade fazem parte do cenário mundial, e desdobra-se pela grande importância ao mundo globalizado.
Segundo Stephen Robbins: criatividade refere-se á habilidade de combinar ideias de uma forma única ou de fazer associação pouco usual entre ideias. A inovação é a transformação de uma ideia criativa em um produto ou serviço que possa facilitar ou se tornar útil modificando apenas seu método de fabricação e durabilidade.
Inovação é representada pela força criativa da própria sabedoria humana. Saliento que a criatividade ou inovação sem nenhuma ação empreendedora será apenas uma simples ideia sem nenhum valor a agregar ou até mesmo nenhuma vantagem que possa gerar lucro.
Em nosso País nos deparamos com muitas empresas criativas e pouco inovadoras. Muitas empresas de renomes que não investiram em inovação e perderam o mercado por completo.  Muitas até em meio á tribulação conseguiram hastear a inovação como meio de salvação.
Outras empresas concretizaram e aplicaram a inovação de forma ampla, puderam observar uma nova visão de cenário e assim desenvolver outras oportunidades nunca vistas. Chamamos isso de Visão empreendedora.
Muitas empresas estão buscando novas estratégias para o uso de ferramentas que fortifiquem ainda mais a inovação. São projetos aplicados aos setores que poderão usar o prisma da criatividade para a fonte de novas soluções.·.
Empresas inovadoras persistem seus sucessos empresariais usando a criatividade e sempre acompanhando o mercado atual.  O grande segredo é as empresas buscarem o Condicionamento Evolutivo Empresarial.  Nada mais ambíguo do que um conjunto de ações organizacionais que façam estimular atributos como a própria criatividade, empreendedorismo interno e a inovação em meio das equipes de trabalho, prospectando assim novas formas e projetos para objetivar grandes vitórias.
Não existe fórmula certa para inovar e sim capacidade de buscar a inovação como implemento diário.  Tudo isso retrata a existência de novos valores ao sistema empresarial influenciando todas as equipes comerciais.
Um exemplo é a empresa XEROX que inventou o papel que pode ser reutilizado em até 24h. Depois de se fazer o uso, o papel se apaga automaticamente, podendo ser reutilizado inúmeras vezes.  Se por ventura o usuário estiver com pressa, basta submeter o papel próximo a uma fonte de calor, que ele se apaga instantaneamente. Segundo estudos da própria empresa, cerca de 40% de todas as impressões em papel são uteis apenas durante um dia ou menos, após o uso sendo descartada.
O grande ápice da inovação é retrata a capacidade a transformar o óbvio em uma grande solução.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Segredo da Boa Comunicação na Alta Gerencia.

A base da liderança focada na boa comunicação.




  Por Samuel  

Se perguntarmos o que os líderes fazem no dia á dia, a resposta será relacionada a estratégias, visão e missão. Aproveitarão o ensejo de fomentar suas agendas abarrotadas de viagens e reuniões. O coração da liderança não está no mundo esotérico da estratégia. A ferramenta diária dos líderes está detalhada na comunicação. Pois ela que conduz toda forma de uma boa administração.
E conforme o tempo de liderança nas corporações, esses líderes devem ser capacitados e treinados mutuamente. Não se pode comparar um líder da década de 70 com os mesmos princípios que eram aplicados nos dias atuais. A geração possuía outro comportamento e este não se tornaria um bom condutor.  Conforme relato, dificilmente os líderes são treinados para as mudanças que ocorrem no passar dos anos. Se observarmos o conteúdo dos programas de MBA que geralmente são oferecidos, você encontrará as supostas “matérias pesadas” de sempre: Economia, Estratégia, Marketing, assim sucessivamente. A comunicação se torna invisível dentro da sala de aula. Já o aluno refletirá que a estratégia se torna fácil, mas o desafio estará mesmo na execução.

O melhor entendimento é estar sempre atento.

Estar sempre atento às informações e ao que esta acontecendo formam-se novas estratégias. A comunicação demonstra formas de atratividade e até mesmo novos aprofundamentos quanto a estilos e gestão. Uma caminhada pelo corredor da empresa está propriamente diagnosticada a fatores que possam ainda melhorar alguma operação ou esforço. Ser líder significa ter o microfone permanentemente aberto diante de si. Mesmo seu silêncio tem seu significado. Em épocas de incerteza, o silêncio é o mais “barulhento” das mensagens. A comunicação, como a natureza, abomina o vácuo. A não comunicação não é uma opção. Lidar com isso depende de sua personalidade, mas precisa reconhecer que está se comunicando mesmo quando não deseja fazer isso.
Líderes inteligentes fazem com que essa realidade vire a seu favor, transformando em virtude o que poderia ser vício. A relação maior de uma comunicação é ser ouvida. Pois não há nada mais frustrante do que deixar uma mensagem e não obtiver resposta.

Conheça sua mensagem.

A maioria dos políticos costuma informar que o mais importante é manter uma mesma mensagem ao longo do tempo, e essa é uma lição oferecida igualmente e torna-se importante para os líderes corporativos. A liderança deve ofertar informações melhores do que realmente são. A coerência requer disciplina. Os melhores líderes que conhecemos dão muita importância e se esforçam em descobrir prioridades de sua organização e articulá-las de maneira consiste. Mensagens coerentes geram grandes impactos independentes das pessoas em que são repassadas.

Saiba destilar sua mensagem.

O líder deve ser capaz de transmiti-la de forma concisa. Comunicadores eficazes são mestres da destilação. Devem se ter essência e prospecção ao conteúdo quando comunicar-se. Ter foco e conhecimento amplo faz manter-se seguro na hora de repassar a informação. A insegurança faz com que crie lacunas na mente das pessoas que irão absorver a referida comunicação e estas atrapalharão todo conjugado.

Pense no Público

A empatia faz com que fortaleça ainda mais a comunicação. Deve-se sempre colocar-se no lugar do público. Motivação e ênfase fazem com que o assunto torna-se ainda pertinente. Saber conduzir uma mensagem mostrar-se-á corajoso a novos desafios a serem descobertos e aprimorados. A forma de absorção da informação pode motivar ou até mesmo desmotivar toda equipe.


Encontre seu tom.

Grandes comunicadores são autênticos. Líderes eficazes conhecem suas forças e fraquezas. Muitos podem atribuir uma palestra para um auditório quanto outros para uma sala pequena. O importante é saber conduzir e saber repassar a informação sem medo ou receio o domínio é a arma fundamental para o sucesso.
O líder deve escolher o meio que combina consigo e assim, que seja eficiente para transmitir a mensagem que deseja. A significância do repasse não está destinada á quantidades e sim na qualidade da informação.


Conte histórias e atribua valores.

O ser humano usa histórias para transmitir mensagens importantes, praticamente desde que foi capaz de falar. As pessoas estão sempre ansiosas por narrativas, pois elas fornecem sentido. Os fatos e números dão conteúdo, mas isso não é capaz de substituir o contexto. As maiorias dos palestrantes contam histórias e destas chegam ao conteúdo que será repassado. Pense nisso! Comunicadores eficazes reconhecem que a comunicação deve falar à mente e ao coração. No primeiro caso, trata-se de apresentar um quadro racional, utilizando dados objetivos. Mas é o coração que gera compromisso com a ação.

Fique em contato sempre.

Talvez a prática mais difícil para todos os líderes seja permanecer em contato com todos seus stakeholders, tanto interna quanto externamente.
Os melhores líderes trabalham duro para se manter em contato. A prática mais subestimada esta no saber ouvir e tolerar-se ao barulho dos outros. Mas é perceptível saber quando o líder esta fingindo ouvir.
Grandes líderes são grandes ouvintes. Eles ouvem as pessoas sobre o que têm a dizer e usam essa informação para transmitir as decisões. Esses líderes não dão atenção apenas a seus assessores ou aqueles que falam mais alto.
A grande ironia da comunicação é que, quando você pensa que não esta se comunicando, talvez você esteja transmitindo sua mais forte mensagem.

(Material baseado no Trabalho de Conclusão de Curso da MBA em Gestão de Pessoas da FGV. Autor: Samuel Heil).





terça-feira, 24 de maio de 2011

A Diferença Aplicada aos Consumidores Y

Diferença que faz à diferença é a nova Geração Y perante o mercado de trabalho.



Por Samuel Heil

  
Sempre atualizados na mídia e em redes sociais, abusam da comunicação eletrônica e promovem grande círculo de relacionamentos on-line. Tratam seus amigos e qualquer outro tipo de hierarquia, sem muitas diferenças, promovem diálogos abertos rápidos e informais. São imediatistas e dispostos a viver o hoje.

Não deseja ficar muito tempo em empresas que possam atribuir em longo prazo algum crescimento. Não gostam de rotina, principalmente se a rotina for conflitar com sua autorealização. Essas são apenas algumas características que definem os jovens da Geração Y.

Nascidos entre 1978 e 1990 eles representam uma nova classe de profissionais, que esta começando assumir posições estratégicas dentro das empresas. Desta forma as companhias que almejam atrair e reter talentos terá que se adaptarem a suas práticas de gestão de pessoas aos gostos e atitudes dessa geração. Mudando assim as rotinas de RH e também a de Marketing.

Essa mudança define novas formas de construção das marcas e a comunicação com o consumidor – vender. As empresas devem assimilar que a forma do consumidor se atém ao produto, esta sendo modificada.

Parte desta mudança ocorre com o nível de lealdade as marcas. E por falar deste assunto os representantes da Geração Y se tornam absolutamente Zero. Idades que variam de 21 á 30 anos formam um segmento de consumo propriamente aberto. A maioria desta geração não se relaciona com a marca e sim pelo gosto. Principalmente despertam à necessidade de estarem em alto estilo usando roupas da moda sem identificação da marca. Estes por sua vez estão mudando seus estilos e tendo aptidões para revistas, obtém muito foco na inovação que esta fazendo a cabeça desta geração tão apreciada.

Mas não é por isso que eles deixam de ser exigentes. Eles identificam a qualidade muito bem dos produtos e são bons negociadores além de realizar várias comparações que nas quais levam a obterem o melhor preço na hora da compra.

Essa tendência á infidelidade expõe as empresas tanto a ameaças quanto a oportunidades. Muitas empresas estão renovando suas marcas para poderem atrair esta geração. Para muitas empresas que ainda estão à procura de seu espaço, faz da chegada desta geração a equivalência para grandes oportunidades. Um ponto relevante que pode considerar é que esta geração prioriza os benefícios na hora da compra do que pelo status que marca oferece. Surge a oportunidade para todos, desde que possa atender as necessidades desta geração.

A linha evolutiva do consumidor segue desta forma:

Tradicionais até 1945

   Pessoas nascidas antes do final da II Guerra Mundial, em 1945. O que se têm relatos é que elas representam o que existe de mais tradicional no mercado de consumo. Céticos, apegados a dogmas religiosos e respeitosos com a hierarquia tanto na organização quanto na família.

Baby – Boomers (1946 á 1964)

Após a II Guerra o mundo entra em uma fase de crescimento e explanação vindo à prosperidade que leva a um Boom global de natalidade. Por isso o termo “baby booner”. Cresceram com olhar rigoroso e conflituoso com chefes e superiores. Consomem marcas como se elas fizessem parte de sua própria tradição familiar.

Geração X (1965 á 1977)

Geração de transição com características não muito definidas o que explica o fato de ser conhecida apenas como Geração “X”. Esses cresceram em tempos de abundância e propuseram seleção de marcas na forma mais criteriosa que seus pais. Mas sofreram com a crise de 1970 e se tornaram superprotetores com seus filhos.


Geração Y (1978 á 1990)

Acostumaram a estar no centro das atenções e desde cedo tiveram acesso a meios de comunicação e informações sofisticados. Época de culto a infância. Não possuem fidelidade ás marcas. Querem viver o momento e ter uma vida plena. Carreira longa? Só se for empresa bacana, com ambiente propício de convivência.

A Geração Y vive antenada ao que ouvem, lêem entre amigos e redes sociais. Uma característica da Geração Y que afeta diretamente as marcas é a necessidade de falar e ser ouvido. Com relação ao local de trabalho, os profissionais desta faixa etária são muito mais sensíveis a esses fatos e se frustram facilmente, quando percebem que são apenas “mais um” dentro da empresa. Como profissionais eles querem se expressar e deixar uma mensagem, um legado fazendo questão de sempre obter Feedback.

Esta geração gosta de mostrar e expressar suas atitudes em sua própria maneira de vestir. Por isso se tornam independentes na hora de escolher seu figurino, sendo este social ou não, mas que possa gerar bom gosto e além desta geração possuir criatividade de sobra e se tornam mestres de algumas profissões.

Outro fator é a procura de informações alinhadas a mídia, vivem buscando aprimoramento rápido e de forma segura. Adquirem vários conhecimentos fazendo de seu perfil um giro de 360º de conhecimento já que pensam em obter maior amplitude quanto a sua formação.

Fazem à diferença serem vista na empresa desde que possa ter autonomia para tomada de certas decisões, além de possuir equilíbrio, muitos possuem perfil de liderança, mas ainda muitos CEO’s não estão obtendo a visão de aproveitamento desta geração. Poucos se acomodam e a maioria se destaca pelo esforço e flexibilidade que possui além do talento que se demonstra ao executar determinada tarefa. Na verdade são meros descobridores e usam sua inteligência e criatividade para vencer os contratempos que o mercado demonstra como grandes desafios.

Na próxima matéria tratarei de falar sobre a percepção da personalidade da Geração Y. Podendo se classificar se você faz parte desta fabulosa geração.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Prioridade das Empresas Voltada a Gestão de Pessoas

Sucesso que faz a diferença para as Empresas.


 

Por Samuel

 
A cada dia empresas buscam maneiras e estratégias para diversificarem seus portfólios de produtos e se tornarem cada vez mais competitivos no mercado.
É o jogo de cintura oferecido ao mercado pra prospectar novas vendas e reconhecimento da marca.

O sistema tradicional e monólogo das empresas que aplicavam sua metodologia de forma coercitiva, em tempos atrás não possuíam a visão que hoje muitas empresas estão desenvolvendo. A retenção e capacitação de talentos.

O foco daquela época era desqualificação da mão de obra os treinamentos eram baseados no aprendizado de forma de imposição e a retração e desmotivação das pessoas se tornavam aparente.

Não vislumbrava a participação de novos desafios para o empregado aproveitando suas idéias melhorando o local de trabalho isso não era visto com bons olhos pelo empregador.

Mudanças foram ocorrendo na empresas e o centro das atenções não se voltava apenas aos investimentos realizados, para almejar mais produção e sim facilitar a vida dos colaboradores e se preocupar com formação e as idéias que poderiam vir deles.

Atualmente o empregado deixou de ficar acomodado em sua função e começou a participar ativamente nas decisões e o futuro das empresas. Um oceano azul que as empresas começaram a adentrar em águas mais profundas da mente humana.

A filosofia do grupo WEG teve a aplicação de uma frase oferecida por um de seus fundadores:

"Se faltam máquinas, você pode comprá-las. Se não há dinheiro, você toma emprestado. Mas homens, você não pode comprar nem pedir emprestado. E homens motivados por uma idéia são a base do êxito."

Assim começa a nova estruturação das empresas para transformar assiduamente a Gestão de Pessoas. Tendo como prioridade de boa parte dos principais executivos das organizações de todo o mundo.

De acordo com um estudo recém-divulgado pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) e que ouviu 1,2 mil CEOs.

Conforme este levantamento, cerca de 83% dos executivos consultados planejam mudar sua atual estratégia para gestão de profissionais nos próximos 12 meses. Na sequência, na lista de prioridades desses executivos, aparece a necessidade de gerenciar riscos e investimentos para, respectivamente, 77% e 76% dos entrevistados. 

A PwC destaca que, no mesmo estudo realizado há um ano, a gestão de riscos era a prioridade número um para os CEOs, citada por 84% dos profissionais, seguida pelos investimentos (81%) e gerenciamento de talentos (79%).

“Os CEOs estão colocando muito foco nas pessoas. A competição por talentos está aumentando por conta do aumento da contratação em alguns setores e pelo aumento da dificuldade para encontrar pessoas com os conhecimentos adequados para preencher uma vaga”, afirma o responsável pela prática de Recursos Humanos da PwC, Michael Rendell, no comunicado oficial sobre o estudo.

O levantamento aponta que, para reverter esse cenário, a maioria dos CEOs (65%) pretende motivar os funcionários com ações que não impliquem em remuneração financeira. Quando considerados apenas os entrevistados da América Latina, esse percentual salta para 80%.

Já sobre as principais barreiras para gestão de talentos, 66% dos executivos consideram que a falta de mão de obra qualificada representa o maior desafio para contratar e reter profissionais. Como reflexo direto, 54% dos CEOs pretendem recrutar jovens, com o intuito de capacitá-los internamente.

Quem sabe a filosofia aplicada pelo Grupo WEG seja uma visão que na época de sua fundação já existia deficiência e poderia se tornar uma meta para boa parte das empresas prospectarem no mercado concorrido.

Estados brasileiros localizados na região Sudeste estão a procura de novos gestores que estejam dispostos a dissimular novas idéias e estratégias para buscarem o crescimento gradativo. Muitas empresas do Sul e Norte do país ainda não estão tendo a perspicácia de atuarem fortemente em nos novos perfis de liderança.

Para haver gerenciamento de pessoas é preciso ter um perfil participativo e liderança não apenas na própria empresa e sim pela comunidade em geral. Os olhos desta carreira estão voltados não apenas nos resultados e estudo e sim nos trabalhos voluntários que as pessoas fazem em fora de suas horas de trabalho.

Para muitos especialistas na área dos CEOs o entendimento esta na liderança extra empresa e interna que a pessoa desenvolve e pode acrescentar grande espírito de equipe. Fazendo uma nova ferramenta para o sucesso.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Estratégias de empresas para prospectar novos mercados

Conquistar novos mercados é o que grandes empresas estão almejando após a crise de 2008.


 Por Samuel Heil


Algumas empresas estão buscando novas estratégias de mercado e além de aprimorem seus produtos que são essência de seu sucesso estão investindo fortemente e desafiadora na prospecção de novos mercados e áreas totalmente diferenciadas de seu segmento.

A garantia esta na concorrência abusiva que o mercado externo esta se infiltrado cada vez mais em nosso País, podendo haver oscilações e perca de market share de seus produtos. Países como China, Índia são vistos como grandes repassadores de mercadoria para os países como o Brasil.

Com a alta tecnologia e redução de seus impostos estes países conseguem por um bom preço entrar no mercado e competir com os produtos aqui fabricados e se tornarem muito abaixo do que os produtos brasileiros.

Para isso grandes empresas brasileiras estão buscando investir em novas áreas, fazendo com que criem outro tipo de faturamento e linha de mercado.

Com um acordo de parceria, entram como sócios de determinadas empresas de renome no mercado e aplicam suas metodologias para o novo segmento.

Atualmente as empresas estão possuindo a visão de investir em empresas tradicionais que aplicam suas operações artesanalmente. Fazendo com que a diferença e a qualidade do produto não sejam exatamente copiadas.

 Para almejarem novos rumos e fugir de seus atravessadores e concorrência desleal do mercado Chinês que utiliza o sistema e CRTL C e CRTL V  dos produtos que podem ser produzidos em grande escala, como sofrem alguns produtos manufaturados. Formas artesanais tornam-se únicas e a qualidade da marca é o que fortalece a venda direta do produto. Assim fica inevitável ser copiado e se tornar vilão da concorrência.

Assim pensa a Empresa WEG que esta apostando em novos rumos de investimento. Atualmente são os maiores fabricantes de motores elétricos do Brasil, com vendas anuais que chegam a R$ 5,1 bilhões apostam em novos mercados que geram receita de R$ 35 milhões ano. Ao adquirirem a empresa Oxford que fabricam louças artesanais e que possui renome alto no mercado brasileiro.  

Buscam através do novo sistema que esta sendo aplicado as empresas do grupo, inserção de novos públicos de classe A e B com a desenvoltura de novos lançamentos de louças pintadas a fio de ouro e prata. Prospectando assim novo diferencial a marca fazendo que seja reconhecida ainda mais nacionalmente e mundialmente criando nova cadeia de valores no mercado.

Além desta a empresa investiu na aquisição a outra empresa de Cristais, localizada em uma pequena cidade de Santa Catarina. Pretendendo acrescentar um novo designer a um produto que pode se tornar ainda mais requintado e deste proporcionar novos rumos para o segmento de Louças em geral.

Para os investidores trata-se de uma arte que estava sumindo e cujo resgate pode proporcionar um diferencial competitivo neste setor em escala global.

A visão sistêmica de algumas empresas esta no delineamento para novos segmentos que possam garantir rentabilidade e resultados ainda maiores a todo grupo.

Para futuros investidores existem muitos mercados ainda não garimpados e que podem se tornar sucesso para suas empresas e meios de investimento para seus atuais mercados.


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sazonalidade dos produtos e a eficiência em Marketing

Por Samuel Heil

Alguns produtos e serviços sofrem com a chamada sazonalidade, tendo em vista o momento que ocorre a queda da procura e a sua aplicação, tanto para o consumidor ou a empresa que entrega o produto ou presta o serviço.

Atualmente o mercado consumidor exige muito mais do que isso, então como contra partida as organizações preparam-se para vender muito além do que o habitual.

As relativas vendas de produtos e serviços, na maior parte das empresas, tornam-se pontual, exclusivamente quando o cliente carece de algum produto que é dada à devida atenção para com ele.

Algumas organizações ainda focam na produção ou apenas em seu produto, pode sofrer com a perda de vendas em determinadas épocas do ano por não entenderem realmente o que vendem, ou então desconhecem a afeição de seu cliente consumidor que almeja realizar a compra do produto.

Nesta falta de visão sistêmica a organização sofre conseqüências agravantes em oferecer o produto. Isso é dado muitas vezes pela baixa importância a Pesquisas de Mercado.

Muitos produtos ou serviços são realmente muito mais vendidos em um período do ano, como:

Sorvete: a época mais natural de consumo é na estação do verão, em nosso País ainda há o conceito de que determinados produtos possuem determinado tempo para consumo. Podendo a empresa repensar novas técnicas para nas estações que a demanda de venda seja baixa a criação de outro produto que possa proporcionar a venda.

Chocolates: quem não gosta de degustar este produto e alternadas estações do ano. Mais o maior índice de vendas de chocolates ocorre no período da Páscoa, os consumidores buscam este produto nesta época onde as organizações que fabricam este produto acabam por aumentar sua receita em um curto espaço de tempo.

Peças Automotivas: em nosso País é comumente realizarmos a revisão do veículo no final de ano. Para isso sempre é necessário realizar uma boa Manutenção para viajar já que boas partes dos brasileiros iniciam suas férias no final de ano. Onde muitas empresas fabricantes devem ajustar suas vendas com promoções para se manterem no mercado e possuírem lucro em todos os meses do ano.

Academias: muito procuradas pouco antes do verão, os serviços ganham uma demanda muito maior, especialmente quando a população tende a ir às praias e necessita um corpo perfeito para exibir;

Cerveja: o consumo de cerveja acontece no verão, mas muitas cervejarias estão apostando em cervejas mais fortes “Bock” assim possuindo dois produtos para oferecer em estações que ocorrem o menor índice de vendas. Estratégia que pode fazer a cervejaria ficar sempre no oceano azul.

Protetor Solar: sendo um produto que deve ser usado o ano todo. As empresas fabricante anunciam seus produtos no decorrer do verão. Já que a população brasileira não esta habitualmente acostumada a usar com certa freqüência. Achando que só na época do verão de o uso se faz como meio de proteção. Até agora nunca percebi alguma campanha educativa do uso continuado do protetor solar.

Roupas: É importante salientar que utilizar roupas de inverno durante o verão, a não ser que o clima varie meteorologicamente que se faça necessário o uso de tais roupas. O mercado torna-se sazonal quando o foco das organizações ainda é o produto, a aceitação do público é boa quando um produto é ofertado de outra maneira.

Possuir diferenciais é um dos segredos para eliminar esta barreira e quebrar paradigmas, estratégia que poderá ser correta para se trabalhar com a cultura da população. O profissional de Marketing deve sempre estar atento a estas mudanças de comportamento e possuir uma visão estratégica quanto ao mercado. Utilizando meios que se possam fazer valer como Pesquisas que buscam opiniões do mercado atuante e a melhor forma de reestruturá-lo evitando que sua empresa sofra conseqüências maiores e seja apenas mais uma no mercado.

 As maiorias das empresas estão investindo boa parte de seus lucros no Marketing tendo a visão que nos dias atuais o Marketing não esta focado apenas em catálogos e propagandas ou compra de brindes para seus clientes ou até mesmo exposições. A realidade do Marketing esta sendo construída através de uma nova carreira que perfaz a criação do setor de Marketing Estratégico que monitora cada passo e segmento do mercado. Favorecendo assim novos planejamentos e estratégias que cada vez mais a empresa crescer em seu mercado.  

quarta-feira, 16 de março de 2011

Buscamos Diversificar ou nos atentamos ao Focar



Por Samuel Heil 



Atualmente as corporações estão sendo afetadas por algumas decisões voltadas à diversificação ou não das suas atividades. Principalmente quanto a metodologia utilizada atualmente atrasam os processos. E uma nova poderá ser aplicada facilitando o dia á dia. Muitas corporações não estão aptas estruturalmente para contribuir e facilitar o trabalho e garantir seus produtos. Tanto quanto em desenvolver outros.

De certo modo a diversificação, seja ela unilateral ou multilateral, necessita a tomadas de decisões extremamente convincentes e centradas, juntamente com os representantes de cada área fabril que devem possuir total gabarito para sustentar uma nova situação e desta prosperar, sem “afundar” a primeira.

A maioria das diversificações obtém custos podendo ser estratégica, com eliminação de riscos, emergencial entre vários outros panoramas. Mas antes de tudo deverá, ser bem planejada e atribuir fontes seguras para que prospecte resultados. A situação geral é que haja, um direcionamento e foco no campo a ser atuado. O desenvolvimento em si deverá ser sustentado e aplausível pelos colaboradores que enfrentarão esta mudança.

Muitas corporações vivem de forma engessada sem muitas mudanças, assim a quebra de paradigma ainda é maior pois na atualidade elas estão em busca de serem cada vez melhores em seus produtos e processos. As que pararam no tempo e querem agora correr atrás do prejuízo sentem a dificuldade de inovar e ater a esta quebra de paradigmas e dogmas ocasionados pelo tempo. Visão fechada faz com que o pensamento seja retraído e começa a formar o engessamento humano com o seguinte ditado: “Sempre foi assim pra que mudar”.

Neste caso a deficiência de entender a nova forma de mudança ocorre pelas informações que são repassadas a cada colaborador. A corporação deverá em primeiro lugar verificar o critério a ser aplicado a abrangência se dará na área total ou será delimitada a uma parte dela. Para isso antes de mudar a corporação com novos métodos primeiramente deverá informar e até mesmo acrescentar valores para essa mudança perante aos colaboradores, pois muitas vezes pode gerar certo grau de insatisfação em massa. A mudança gera reação e para isso devemos estar preparados com informações que a mudança realizada proporcionará mais qualidade de vida e até mesmo redução de custo para a empresa. 

Um exemplo clássico que acontece na empresa é a espera da tomada de decisão muitos pensam que deve sempre surtir da Direção ou Supervisão em geral. O meio clássico tradicional ás vezes atrapalha a conjuntura de trabalhar sempre recebendo as ordens superiores. Aí lhe pergunto se o Superior se ausentar por um determinado tempo você não irá trabalhar mais? Ficará a espera do mesmo para atribuir novas tarefas.

O que acontece é falta de autonomia, discernimento e bom senso entre as pessoas. Pequenas coisas do tipo: mudar um layout de uma sala implica em desconforto para alguns. Em vez de acordar tal situação de maneira tradicional muitas vezes faz necessário envolver a Direção ou desenvolver uma reunião para determinar a mudança de espaço de dez centímetros entre as mesas como exemplo.

Isso pode ser engraçado para você, mas é o que acontece na maioria das empresas. Outra situação é diversificação de novos produtos perdendo a certo modo o foco do produto atual.

Muitas vezes a empresa deverá saber dar a cartada certa para não perder seu espaço conquistado. Uma empresa bem conceituada tendo uma posição privilegiada e todos colaboradores usavam uma metodologia que proporcionava sucesso. A tática foi promissora e a empresa começou a expandir para cidade que atuava e também cidades vizinhas.

Mas um de seus sócios resolveu diversificar. Com a expansão da atual empresa e a carteira de clientes estabilizada proporcionando lucros resolveu investir em um produto commodity que possui atualmente forte influência pelo mundo. A compra da nova empresa gerou um desembolso financeiro, provenientes vindos da empresa que estava forte. Além disto vieram as reformas e a aquisição de novos processos foram surgindo.

Deste modo este sócio se desprendeu da empresa inicial e se dedicou a esta, mas em vez de lucro apenas estava acarretando prejuízo. Isso ocorre com muitas empresas que buscam diversificar e perdem o foco original. Neste caso o sócio fora obrigado a vender a segunda empresa para não acarretar a quebra das duas.

Este caso que apresento é um caso de insucesso. Se fosse determinado novos parâmetros e formas juntamente com os recursos acrescidos com certeza a retorno seria promissor.

Quando pensar em articular novos investimentos na corporação, monte uma estratégia e quais rumos que serão tomados em seu novo campo de atuação, avaliando sempre sua capacidade técnica e profissional para atuar em um novo ramo. O foco pode ser determinante para que a diversificação seja promissora.

 Engana-se aquele que obtém sucesso em determinado segmento, conseguirá em qualquer outro.

São inúmeras situações superadas e experimentadas que fazem de seu trabalho um verdadeiro sucesso.