quarta-feira, 16 de março de 2011

Buscamos Diversificar ou nos atentamos ao Focar



Por Samuel Heil 



Atualmente as corporações estão sendo afetadas por algumas decisões voltadas à diversificação ou não das suas atividades. Principalmente quanto a metodologia utilizada atualmente atrasam os processos. E uma nova poderá ser aplicada facilitando o dia á dia. Muitas corporações não estão aptas estruturalmente para contribuir e facilitar o trabalho e garantir seus produtos. Tanto quanto em desenvolver outros.

De certo modo a diversificação, seja ela unilateral ou multilateral, necessita a tomadas de decisões extremamente convincentes e centradas, juntamente com os representantes de cada área fabril que devem possuir total gabarito para sustentar uma nova situação e desta prosperar, sem “afundar” a primeira.

A maioria das diversificações obtém custos podendo ser estratégica, com eliminação de riscos, emergencial entre vários outros panoramas. Mas antes de tudo deverá, ser bem planejada e atribuir fontes seguras para que prospecte resultados. A situação geral é que haja, um direcionamento e foco no campo a ser atuado. O desenvolvimento em si deverá ser sustentado e aplausível pelos colaboradores que enfrentarão esta mudança.

Muitas corporações vivem de forma engessada sem muitas mudanças, assim a quebra de paradigma ainda é maior pois na atualidade elas estão em busca de serem cada vez melhores em seus produtos e processos. As que pararam no tempo e querem agora correr atrás do prejuízo sentem a dificuldade de inovar e ater a esta quebra de paradigmas e dogmas ocasionados pelo tempo. Visão fechada faz com que o pensamento seja retraído e começa a formar o engessamento humano com o seguinte ditado: “Sempre foi assim pra que mudar”.

Neste caso a deficiência de entender a nova forma de mudança ocorre pelas informações que são repassadas a cada colaborador. A corporação deverá em primeiro lugar verificar o critério a ser aplicado a abrangência se dará na área total ou será delimitada a uma parte dela. Para isso antes de mudar a corporação com novos métodos primeiramente deverá informar e até mesmo acrescentar valores para essa mudança perante aos colaboradores, pois muitas vezes pode gerar certo grau de insatisfação em massa. A mudança gera reação e para isso devemos estar preparados com informações que a mudança realizada proporcionará mais qualidade de vida e até mesmo redução de custo para a empresa. 

Um exemplo clássico que acontece na empresa é a espera da tomada de decisão muitos pensam que deve sempre surtir da Direção ou Supervisão em geral. O meio clássico tradicional ás vezes atrapalha a conjuntura de trabalhar sempre recebendo as ordens superiores. Aí lhe pergunto se o Superior se ausentar por um determinado tempo você não irá trabalhar mais? Ficará a espera do mesmo para atribuir novas tarefas.

O que acontece é falta de autonomia, discernimento e bom senso entre as pessoas. Pequenas coisas do tipo: mudar um layout de uma sala implica em desconforto para alguns. Em vez de acordar tal situação de maneira tradicional muitas vezes faz necessário envolver a Direção ou desenvolver uma reunião para determinar a mudança de espaço de dez centímetros entre as mesas como exemplo.

Isso pode ser engraçado para você, mas é o que acontece na maioria das empresas. Outra situação é diversificação de novos produtos perdendo a certo modo o foco do produto atual.

Muitas vezes a empresa deverá saber dar a cartada certa para não perder seu espaço conquistado. Uma empresa bem conceituada tendo uma posição privilegiada e todos colaboradores usavam uma metodologia que proporcionava sucesso. A tática foi promissora e a empresa começou a expandir para cidade que atuava e também cidades vizinhas.

Mas um de seus sócios resolveu diversificar. Com a expansão da atual empresa e a carteira de clientes estabilizada proporcionando lucros resolveu investir em um produto commodity que possui atualmente forte influência pelo mundo. A compra da nova empresa gerou um desembolso financeiro, provenientes vindos da empresa que estava forte. Além disto vieram as reformas e a aquisição de novos processos foram surgindo.

Deste modo este sócio se desprendeu da empresa inicial e se dedicou a esta, mas em vez de lucro apenas estava acarretando prejuízo. Isso ocorre com muitas empresas que buscam diversificar e perdem o foco original. Neste caso o sócio fora obrigado a vender a segunda empresa para não acarretar a quebra das duas.

Este caso que apresento é um caso de insucesso. Se fosse determinado novos parâmetros e formas juntamente com os recursos acrescidos com certeza a retorno seria promissor.

Quando pensar em articular novos investimentos na corporação, monte uma estratégia e quais rumos que serão tomados em seu novo campo de atuação, avaliando sempre sua capacidade técnica e profissional para atuar em um novo ramo. O foco pode ser determinante para que a diversificação seja promissora.

 Engana-se aquele que obtém sucesso em determinado segmento, conseguirá em qualquer outro.

São inúmeras situações superadas e experimentadas que fazem de seu trabalho um verdadeiro sucesso.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

EMPRESA: Planejar 2011 com Inovação e Redes Sociais


Novas metas para 2011 é o que desejam as empresas que querem cada vez mais prospectar novos desafios e encantar clientes. Visando o foco na Inovação e aproximando clientes e colaboradores para reconhecimento de sua marca.

Por Samuel Heil
Você quer Planejar sua empresa de forma arrojada que gere lucros para 2011? Neste artigo de hoje você irá conhecer os principais números de mercado para focar e embasar suas ações de forma promissora. Os dados foram extraídos de pesquisas cujos resultados foram publicados no site de Marketing Digital ao longo de 2010.

Veja informações:

Ø       - 94% dos internautas fazem compras on-line no Brasil. ComScore
Ø       61% dos consumidores que fazem compras on-line são das classes A e B. Ibope Mídia.
Ø       48% dos e-consumidores tem entre 25 e 44 anos; 15% entre 15 a 19 anos; 17% (20 a 24 anos); 13% (45 a 54 anos); 6% (55 a 66 anos). Ibope Mídia
Ø       37% dos e-consumidores e concentram entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ibope Mídia
Ø       Brasil já possui 246 sites de compras coletivas. Bolsa de Ofertas
Ø       Consumidor acessa internet 3 vezes em média para pesquisar produto antes da compra. McKinsey
Ø       Até 2014, verba de marketing digital deve chegar a 19% do orçamento de marketing das empresas, ante os 10% em 2010, representando crescimento de 90%.
Ø       60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais para divulgar produtos e serviços e 70% aprovam uso para comunicação com os clientes e consumidores.
Ø       E-Commerce fecha 2010 com faturamento de R$ 15 bilhões e crescimento de 40% em relação ao ano anterior. Para 2011, expectativa é crescimento de 35%. E-Bit
Ø       33% das mulheres da chamada nova classe média digital no Brasil, Argentina e México já preferem internet à TV. Razorfish/Terra
Ø       49% das principais empresas da América Latina usam pelo menos uma das plataformas das redes sociais. Burson Mastellers
Ø       15% dos brasileiros usam redes sociais no trabalho, tanto para fins pessoais quanto profissionais. Em relação ao Twitter, esse número sobe para 20%. IDC
Ø       Apenas 7% dos empresários brasileiros consideram indispensável participar das redes sociais. Ibramerc
Ø       Brasileiro tem em média 273 amigos nas redes sociais. Ibope Mídia
Ø       No Brasil, apenas 36% das grandes e médias empresas está presente nas redes sociais. Destes, 45% não atualiza o perfil da empresa no Twitter e 30% não dialoga com seus consumidores. mWeb
Ø       Empresas que investem em redes sociais tem crescimento de até 18% no faturamento. Altmer Group/Business Week
Ø       87% dos brasileiros estão nas redes sociais.
Ø       71% dos e-consumidores fizeram alguma compra depois de ter recebido mensagem de e-mail marketing. Dinamize.


É quase impossível não precisar do impacto direto que as redes sociais têm no negócio de uma empresa. Existem mais de 2,8 milhões de portugueses com conta aberta no Facebook e 600 milhões de utilizadores em todo o mundo. Utilizadores que se podem transformar “em potenciais clientes” adianta o administrador da Priberam, Carlos Amaral, ao Diário Econômico.
Ter uma ou várias páginas criadas no Facebook, Twitter ou outra rede social na Internet é tão importante quanto um site corporativo. “Queremos estar mais perto dos nossos clientes e fãs. A intenção é criar uma relação com o público e estreitá-la. Este canal bilateral ajuda a quebrar barreiras. A nossa presença nas redes sociais permite-nos conquistar um público mais jovem”, adianta fonte oficial da Mercedes-Benz.
Algumas empresas aproveitam esta tática de marketing para tornar a marca mais acessível aos seus clientes, inserindo-a no dia-a-dia do consumidor, informando-os das novidades, desde os lançamentos de seus produtos até às promoções, Algumas empresas como Samsung, Mercedes-Benz, Central de Cervejas, Nissan, Renault, Microsoft e Toshiba são só algumas das empresas que se encontram no vasto mundo das redes sociais. Veja alguns grupos que apostaram em redes sociais.

Renault
Apostou nas redes sociais no final do primeiro trimestre de 2010, com páginas no Facebook, Twitter, YouTube e Scribd. Nas quatro redes a fabricante de carros tem um total de quase 20 mil seguidores.

Toshiba
A primeira incursão da Toshiba nas redes sociais remonta a 2009, com a campanha “Há um Toshiba que é a tua cara”. Hoje conta com 17 mil seguidores. “As redes sociais ocupam um lugar de destaque entre os inúmeros canais de comunicação que podem ser explorados pelas empresas”, diz Jorge Borges, diretor de marketing.

Mercedes-Benz
Presente no Facebook desde 2009, a página da Mercedes-Benz conta com 38.239 “fãs” e a Smart com 39.866 seguidores. Nesta rede social, a fabricante de carros alemã tem feito passatempos cujos prêmios vão desde bilhetes para cinema ou espetáculo até fim-de-semana com um automóvel da marca.

Agora para a sua empresa entrar neste mercado usando estas ferramentas, precisará de ótimas informações e manutenção diária. Muitas perdem pontos, por colocarem filtros de entrada nas postagens de seus clientes em relação ao seu produto que sejam negativas  e deixando apenas postadas informações benéficas sobre eles. Mas de certo modo se existir críticas o certo assumir a estratégias de encantar novamente o cliente que postou tal observação e com ele saber buscar soluções do determinado problema. A idéia é satisfazer a todos em certo parâmetro para com que não se dissemine outros comentários negativos. A construção disso na empresa se faz com pessoas que possam dar suporte necessário aos clientes dando benefícios para que ele se torne fiel e ofereça á seus amigos seguidores o potencial de sua empresa. Por exemplo: Você quer comprar determinado produto e entra na loja onde atendente nem se quer lhe recepciona, você já procurou na internet tudo sobre o produto e começa indagar o atendente e ele nem sabe o que ele esta lhe oferecendo. Na verdade você esta sabendo mais do que o próprio, que é vendedor a mais de 20 anos na loja. Isso ás vezes não demonstra que a pessoa não possa comprar o produto, mas o valor de uma venda esta na informação rápida e precisa. Ai o que acontece: você sai com um pensamento negativo da forma de atendimento e da loja já que você perdeu seu tempo e não conseguiu efetuar a compra desejada. O relacionamento é fundamental para uma venda. Agora lhe pergunto: Você indicará a loja aos seus amigos para adquirem algum produto? Acredito que se você indicar, na maioria das vezes tecerá comentários, negativos e o modo de atendimento.  Mude sua empresa investindo motivando seus vendedores e treinando para serem sempre os melhores.

Veja mais algumas infomações:

      



quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Inovação: a base das empresas competitivas.


  

Por Samuel Heil

Inovação. Para muitos não deixa de ser apenas uma palavra qualquer e para tantos já se faz parte do cotidiano de grandes empresas, que almejam cada vez mais diferenciar e estar sempre á frente dos concorrentes, e dos pequenos empreendimentos que surgem no mercado e tentam conquistar seu espaço.

É uma palavra de ordem corporativa que apareceu como uma espécie de conveniência, perante uma necessidade clarividente de desenvolver mudanças que deve ocorrer á curto prazo.
É de extrema importância à corporação obter metas e atingi-las. Pois o comodismo gera uma estagnação que pode bloquear a mente dos profissionais inovadores, ou seja, aqueles que observam em eventuais oportunidades o alcance pelo NOVO.  

Perante este fato, os erros mais significativos é pensar que se devem contratar colaboradores que tenham esta característica. Porém é perfeitamente cabível capacitar e desenvolver pessoas para que se tornem inovadoras, afinal isso não esta destacada na genética humana ou intervenções divinas.

A corporação inovadora deverá saber a importância de seus colaboradores para inovar, pois ela entende toda importância do sistema, que se baseia desde a entrada ao do portão e vai além das áreas de processo, qualidade, pessoas, tecnologia, produção.

Sem um mecanismo para inovar, não obterá pessoa inovadora que, sozinha e mediante lampejos de criatividade, dê resultado e respostas aos problemas que são cada vez mais complexos que as corporações vivem.

É de extrema importância verificar se o projeto inovador deve ser realizado com os recursos disponíveis internamente ou se ele deve ser realizado com recursos de entidades externas. (Fornecedores, Terceiros)
A necessidade de focar na inovação parte do panorama de conscientização e estimulo que faz assegurar o sucesso do projeto e a competitividade da corporação.

O receio de Inovar

Com o aparecimento de novos produtos, serviços e novas maneiras de gerenciar os negócios, não presumem negar a atualidade, que inovação é algo essencial. O sucesso não apenas destina ao resultado da disposição ao sacrifício, longas jornadas, disciplina, lealdade. Quem agora anda de mãos dadas é a prosperidade com a atual capacidade de perceber mudanças e inovar.

E esta capacidade se presume no sentir, sonhar, arriscar e transformar as pessoas.  Ao pensarmos em inovador, nota-se que são estas atitudes que eles possuem com naturalidade. Pois estes comportamentos que os levaram a ser “extintos” das corporações.  Estas características desqualificavam as pessoas e as penalizavam limitando-as completamente a ascensão e a carreira de quem as tivesse.

Imagine, anos atrás, ir buscar nas empresas os sensíveis (sentir), sonhadores (sonhar), os atirados (arriscar), e os subversivos (transformar). Totalmente difícil não?

A partir disso que surge o medo de inovar. E, para lidar com uma possível sensação de insegurança, diante de uma oportunidade de inovação, é preciso saber como se adaptar a isso.    Hoje em dia os profissionais sabem que, para serem considerados competitivos, não basta serem apenas bons técnicos, bons especialistas; eles devem ser verdadeiros ‘agentes de mudanças’ nas corporações. Se o mundo esta em constante transformação e mudanças, porque não a dica dos profissionais mudarem acompanharem este ritmo para não ficarem fora do jogo.

Em outras palavras, eles devem ser flexíveis, inovadores, tolerantes ao risco e tolerantes ao estresse.
Sempre haverá o medo e a insegurança entre uma nova oportunidade. Mas poderão ser controladas estas sensações se cada um souber seus limites, deixar-se conhecer suas capacidades e trabalhar sempre para melhorá-las.

Mas lembre-se que você deve analisar qual potencial funcionário sua empresa procura, pois às vezes ela apenas procura um funcionário playmobil destinado a não pensar, apenas obtém o seu foco ligado à produção e demanda.

Ou inspetor bugiganga que cria e recria várias maneiras de melhorar os processos.

Sucesso a todos.


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Retenção de Talentos nas Corporações – Uma Nova Visão de Mercado

Em meio a polêmicas corporativas e atitudes fazem com que Recursos Humanos se tornem visionários, encarando novas realidades em que garantem contribuições no contexto organizacional.



Por Samuel Heil

Este contexto, que ultimamente é tão sagaz e espreitam nossas atitudes em sermos visionários, fazem que encaramos uma realidade as contribuições no contexto organizacional sejam repassadas ao departamento corporativo e propiciam inevitavelmente a sustentabilidade da empresa.
Quando retratamos em retenção de talentos, estamos comentando também de valorização, reconhecimento, alcance de objetivos e porque não dizer: “da estratégia de sucesso dos novos tempos”.

Atualmente são inexistentes políticas e processos que facilitem o incremento organizacional, sem que no centro das atenções e investimento exista o talento humano. Pode até ser que em certo momento a sua organização dissemine boas práticas e redundantes políticas que facilitem o processo de produtividade ou de otimização de tempo, porém por quanto tempo “VOCÊ”, gestor, líder de equipe, vai conseguir alavancar seus processos sem realizar o desenvolvimento e a retenção dos talentos humanos da organização.

Necessita compreender que lidar com pessoas não é administrar apenas o quantitativo ou, o quanto se espera que a sua organização seja eficiente em números. Grande parte das organizações que se colocam em posições de fracasso são aquelas que entendem que o competitivo trata-se do atingimento das metas e lucros que equacionalizam imposições e regras um tanto quanto incongruentes.

É lamentável que alguns gestores ainda não tenham percebido que oportunidades de crescimento, reconhecimento e recompensa, promoções, planos de remuneração diferenciados e autonomia para exposição de novas idéias representem em alta escala o ideal fluxograma de equilíbrio para as perspectivas da organização e de seus colaboradores.

Torna-se evidente, estender processos de retenção de talentos análogos a todas as organizações, visto que cada uma possui uma cultura diferenciada seja ela familiar privativa ou multinacional que necessita de um conhecimento analítico de sua natureza e realidade, para que somente assim possa enxergar, a médio e longo prazo, os caminhos que representarão o que realmente define uma direção contextualizada em bases sólidas de reflexão da sua capacidade.

Para vislumbrar a visão deste universo, sabemos muito bem que cada organização possui uma tecnologia diferenciada para atender e facilitar seus processos internos, mas você já parou para pensar que o melhor software da sua organização é o seu colaborador?

- Analisamos alguns pontos!
Tem-se conhecimento que uma nova tecnologia demanda bom entendimento sobre a nova ferramenta. Imagine se começarmos a estreitar os relacionamentos com nossos colaboradores, conhecer seus desejos em vencer, em superar desafios.

Desta mesma forma, podemos falar que incontestavelmente uma boa tecnologia nos traz otimização de tempo através das inúmeras possibilidades que o sistema pode oferecer, mas vamos imaginar quanto um colaborador realmente engajado no contexto organizacional pode representar no aumento de produtividade!

- Será que não é hora de percebermos que a eficiência, a criatividade, o desempenho e a superação são processos que só dependem da introdução de valores humanísticos nas organizações?

Reter talentos nada mais é que fazer o seu colaborador enxergar seu papel no contexto organizacional, envolvendo-o ininterruptamente em toda a evolução da empresa, sem esquecer de enquadrar neste contexto os momentos de mudança organizacional, pois não há nada mais retrocedente do que colocarmos nosso colaborador na posição de expectador, um mero observador de modificações no seu ambiente de trabalho. Em um ambiente organizacional, não existirão apenas fatos estáveis, até porque não existem processos perfeitos, mas devemos reconhecer que a principal mudança deve acontecer no aspecto de reter nossos colaboradores com a firmeza do comprometimento que não é apenas uma característica necessária a eles, mas sim de ambas as partes. 

Comprometam-se mutuamente a integrar e inovar essa rede de relacionamentos, (Olhando o lado tecnológico seriamos uma ampla rede social) propagada a conceitos de reciprocidade e introjeção de valores. Partindo destes pressupostos, um de seus resultados será o de impressionar o mercado, porém muito mais que prender a atenção do seu ambiente externo, sua organização terá uma grande e satisfeita equipe de trabalho instaurada em seu contexto.

A maior identidade de uma organização que retém talentos humanos se encontra no fato de que está mantendo seus mais importantes clientes: seus colaboradores! Perpetuar esta prática é absolutamente articular dinamismo e dar visibilidade ao mensurável.

Não podemos falar de ações de parceria sem o estabelecimento de uma comunicação clara, com objetivos bem definidos e avaliação permanente de desenvolvimento dos talentos da organização. O alinhamento dos processos internos é conseqüência do envolvimento de todos na certificação de que se pode e deve compartilhar conhecimento e executar novas práticas organizacionais. 

Quando definimos por retermos talentos não podemos exacerbar controles autoritários, com argumentos disformes aos objetivos e metas da organização. Devemos sim, influir nosso ambiente de trabalho sem manipulações, pois num longínquo passado estão as concepções de que o comprometimento depende apenas de um bom salário. Seria discrepante dizer que um bom salário não faz a diferença, mas nos tempos atuais, bons benefícios e reconhecimento também são importantes fatores na criação de situações que efetivamente demonstrem que a organização procura corresponder às expectativas de seus colaboradores.

Seja qual for seu investimento, preocupe-se com o fator humano, pois de que adianta espreitar um diferencial ao seu cliente final, se “VOCÊ” não terá quem te represente verdadeiramente perante ele.

Pense nisso!

Forte Abraço!

Samuel
                                                                                             

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Premissas que fazem gerir as mídias sociais



Desde o final de 2008 após a crise começamos a usar o específico termo “mídias sociais”.
Esta ferramenta começou a fazer parte dos mantras mercadológicos mais repetidos pelos corredores de empresas de todos os portes.
E para usar esta ferramenta não existe nenhuma grande dificuldade ou segredo.

Primeiramente devemos entender a forma e qual informação a ser disseminada. O primeiro ponto é entender como a informação se dissemina. Normalmente, a postagem de uma notícia costuma obedecer os seguintes parâmetros:

1) Acontecimento do possível fato.

2) Os primeiros usuários que leram á notícia começam a realizar a possível divulgação utilizando ferramentas de microblogging, como o Twitter que cresce á cada dia.

3) O fato poder de certa forma virar um post/vídeo e começa a aparecer em alguns ou diversos  blogs  e/ou em sites como Youtube.

4) Esta repercussão formará força e o alcance da imprensa atual dará mais gás à blogosfera e às demais ferramentas, que ecoam a notícia e começam a agregar mais e mais comentários de leitores. Os Retweets usados poderão criar plágios em posts mas começam a ser comuns.

5) O Orkut que seguia uma rede apenas restrita a amigos começa a dar entonação ao fato que, aos poucos, vai aparecendo em fóruns de discussão.

6) Se for efetivamente relevante, o fato começa a se imortalizar na rede, ganhando menções na Wikipedia e cases no Slideshare.

Na era das mídias sociais, no entanto, a relevância de um fato não firma-se apenas no seu grau de veracidade. Ela é composta, em grande parte, pelo interesse ou curiosidade que desperta na comunidade como um todo.
Se um blogueiro divulgar um fato – verdadeiro ou não – que envolva grandes alguma marca ou  quem sabe celebridades envolvendo-se em situação de embaraço, ele certamente ganhará uma massa de leitores curiosos passando pelas suas páginas.

Isso seria uma reação em cadeia,  formada por pessoas que contribuem dando suas opiniões e destas propagando conhecimento e valores ao que foi exatamente postado. Quanto mais usuários, mais cliques nas ferramentas geradoras de caixa ele terá. Também mais relevância perante os algoritmos de buscadores e mais anunciantes dispostos a patrocinar o seu blog aparecerão.

Para tanto, existe um conjunto de premissas que a empresa deve seguir:

Ø       Obedecer o ciclo de informação: saiba divulgar as suas informações seguindo o fluxo de viralização de conteúdo. Dê preferência às ferramentas de micro-blogging a blogs e assim por diante, construindo-se como notícia de forma conjunta com a comunidade.

Ø       Seja transparente:  e evite a todo custo mentir para a comunidade. Quando alguém detectar algum tipo de falha no seu negócio, por exemplo, não tente esconder: assuma e resolva.

Ø       Tente conhecer os seus evangelizadores: mapeie com antecedência os principais formadores de opinião da sua marca ou da sua linha de negócios. Conheça-os e relacione-se com eles, trazendo-os para o seu lado. Em qualquer tipo de crise ou problema, eles provavelmente se transformarão nos seus primeiros e principais defensores nas mídias sociais.

Ø       Saiba como você é visto: há hoje diversas empresas que monitoram a “saúde” das marcas nas redes sociais. Saber como se é visto nos diversos ambientes sociais existentes é como ter um mapa em mãos – algo fundamental para se chegar a qualquer lugar.

Ø       Esteja sempre preparado: quando você menos esperar, uma gigantesca crise institucional pode tomar conta do seu negócio. Planeje a sua ação de forma calma e fria. Evite fazer ameaças a blogueiros ou líderes de comunidades, mesmo que eles estejam errados. Lide com a comunidade como um igual.

Autor: Samuel Heil e Ricardo Almeida HSM Managemen

Segue abaixo o ranking de redes mais usadas no Brasil:












quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O consumidor Transparente


 Será que as empresas enxergam o potencial de consumo da terceira idade?


Atualmente as empresas estão na busca do sucesso se preocupando muito no hoje e no amanhã e acabam esquecendo de analisar as fontes estatísticas e favorecer suas novas estratégias. Recebemos elogios de determinados produtos e até mesmo críticas. Será que as empresas estão monitorando este mercê? Um público notório é o da terceira idade existe muita gente despreparada para esse tipo de público que são certamente tratados como invisíveis. Na qual carece de muita lógica matemática.

 Tudo se evidência e comprova-se pelo rápido processo de envelhecimento da população Brasileira. Isso serve de alerta para as novas demandas socioeconômicas a serem enfrentadas pelo menos nos próximos 30 anos, quando a população idosa será em torno de 26% da população. Olhando com bons olhos isso é um valor significativo para a possível mudança e atendimento as pessoas idosas.

Existe certo desafio para as empresas como enfrentar e conduzir técnicas para atender esse público tão esperado. Oportunidade de melhorias no atendimento seria uma delas, as pessoas idosas necessitam de atenção e principalmente carinho e simpatia. Estamos habituados a empurrar as vendas e não demonstrar atenção ao produto que estamos vendendo muitas vezes acontece falta de informação e maneiras de como vender.


Sabendo conduzir uma boa negociação a uma pessoa idosa é demonstrar satisfação. A maioria deles indicam e repassam a referência do seu tratamento, deste modo você consegue atribuir novas oportunidades de mercado. Ao entender os anseios do cliente da terceira idade, o empresário pode reduzir as perdas nas vendas do presente, além de antecipar produtos e serviços que podem potencializar o desempenho no futuro.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o contingente de pessoas com mais de 60 anos ultrapassa 18 milhões (PNAD 2010) – número que supera a população da terceira idade em vários países, como França, Inglaterra e Itália. No Brasil, os maiores de 75 anos já são 5,5 milhões de pessoas.  Este aumento demonstra um super potencial a ser investido. Com enorme potencial em vendas.

Enquanto que muitas empresas buscam entrar em mercados altamente minados por concorrentes, por que não favorecer produtos que façam a diferença para este grandioso nível de pessoas. Os gostos mudaram as formas e estilo de roupas também. A maioria dos idosos possuem seus desejos e anseios, são pessoas mais seletivas, muitos já são de mente aberta e grandes descobridores. O que precisa ser realizado para fortalecer as suas vendas nada mais é do que demonstrar valores culturais e organizacionais. Para isso aprenda que tirar algumas horas de seu tempo corrido de trabalho e ouvir uma pessoa idosa você se conquista e ao mesmo tempo a conquista também.


O que ultimamente esta acontecendo que as pessoas idosas não são tão valorizadas quanto deveriam. E na verdade eles nada mais são que anunciadores de sua marca.
Melhore seu atendimento e ofereça seu produto, que com certeza sua vendas  se desenvolverão e você alem de fazer de sua empresa dar um grande salto poderá também desenvolver seu grande case de sucesso que poderá ser passado para as novas gerações.
Ninguém entendeu ainda o processo da evolução humana. Se analisarmos o setor de vestuário infantil a forma de crescimento esta primeiramente no público idoso, pois são os que ficam com seus netos a melhor parte do dia.

Isso acontece porque os pais vivem trabalhando para construírem seu futuro e não possuem tempo para brincar, os avós contam estórias, falam de seu preciso tempo de juventude, e estas crianças vão obtendo uma personalidade e cultura e incentivam os pais a irem pelo mesmo caminho. Se as empresas pudessem analisar estas estratégias e aplicá-las com certeza o potencial que as empresas conseguiriam seriam extraordinários. Isso é apenas um exemplo de muitos que poderemos executar.

Devemos estar comprometidos em propagar o consumo inclusivo – um modelo em constante evolução que acompanha a transformação da sociedade e dos consumidores.

Samuel Heil

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Competitividade no mercado de trabalho


Atualmente as corporações estão á procura de colaboradores que estejam dispostos para o trabalho. Para isso exigem experiência na função e ao mesmo tempo disponibilidade para horários alternados. Isso já esta virando informação remota para as empresas.

As corporações estão enfrentando dificuldades em obter tais profissionais em favor da economia que esta crescente e a mão de obra escassa.
No entanto muitas delas estão abrindo mão de certas exigências elaboradas, fazendo com que ele mesmo trace um plano de trabalho.  Este plano nada mais é que estabelecer  benefícios que o colaborador poderá usufruir nesta corporação.
Sendo assim ao estabelecer os critérios o colaborador se motiva e  engaja-se com ânimo e  com elevado grau de felicidade.

Sabemos que existem benefícios que fortificam este vínculo de empregador e empregado. E o grau de felicidade se eleva, para todos e retribui em produtividade e parceria.
Uma situação que as vezes torna-se oposta a este procedimento é que muitas pessoas entendem esse processo como casa da Mãe Joana. Achando que nada mais é que atribuir muita liberdade pra garantir um colaborador. E não é bem assim o que deve se pensar. O colaborador com seu coeficiente de felicidade em alta buscará novos rumos para a  empresa, principalmente o valor que ela possui a cada colaborador.

Estas atitudes empresariais fazem com que o colaborador não procure novas corporações para se alocarem, a corporação oferecendo uma previdência privada, um exemplo é uma maneira alta de conquistar seus colaboradores e garanti-los no futuro.
Outra situação que não pode ocorrer nas corporações é não se deixar morrer o espírito de solidariedade da pessoa. Buscar o colaborador em ações que a corporação promove seja dentro dela ou fora. Banco de idéias, reuniões de melhorias, ações voluntárias, mutirões, cursos profissionalizantes fazem com que todos cresçam e almejem por novos desafios. Um bom trabalho de gestão de pessoas faz com que todos cresçam ao todo não apenas algumas pessoas. Para isso precisamos de multiplicadores de liderança quem sabe não se pode apenas deixar nas mãos dos gestores esta questão.

Deve-se propagar de forma criativa e espontânea, para que todos enalteçam e possam usar sua criatividade. Elaborar e estimular a criatividade faz das pessoas obterem uma visão sistêmica e inovadora para operações realizadas no dia a dia. Cabe você ser capaz de construir e avançar este procedimento.
 No começo você ira se deparar com muitos desafios. Mas nada que uma elaboração de um belo projeto para quebrar paradigmas e fazer disso a real diferença e seu case de sucesso.

 Você como colaborador não perca a oportunidade de se destacar no ambiente de trabalho. Faça a diferença sem precisar passar por cima de ninguém. Lá na frente você verá os frutos. E nunca esqueça que realizando o que realmente você gosta de fazer o caminho é grandioso.

                                                                  Samuel Heil